A terceira edição do M-Pesa Finckathon chegou ao fim, após quatro dias de intensa aprendizagem, inovação e partilha de ideias, reunindo 39 estudantes e 13 docentes de 13 universidades e oito províncias do país. A iniciativa desafiou os participantes a desenvolver soluções inovadoras para tornar os serviços financeiros mais acessíveis, inclusivos e relevantes para os moçambicanos.
Ao longo da competição, os estudantes trabalharam em equipas multidisciplinares para responder a desafios ligados à inclusão financeira, utilizando a tecnologia como ferramenta para criar soluções com potencial de impacto real nas comunidades. As propostas apresentadas demonstraram criatividade, visão estratégica e um forte compromisso com a resolução de problemas que afectam milhares de pessoas em todo o país.
No final da competição, a equipa DND, do ISCTEM, conquistou o primeiro lugar e recebeu um prémio de 100 mil meticais. O segundo lugar foi atribuído à equipa Fin-Shield, da Universidade Eduardo Mondlane, premiada com 75 mil meticais, enquanto a equipa Gatilhos de Inovação, da Universidade Sociotécnica de Moçambique, alcançou a terceira posição, arrecadando 50 mil meticais.
Mais do que premiar as melhores soluções, o M-Pesa Finckathon 2026 procurou fortalecer competências, estimular o pensamento crítico e criar oportunidades para que jovens talentos contribuam activamente para o desenvolvimento do país. Durante o programa, os participantes tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre inovação, tecnologia e serviços financeiros digitais, ao mesmo tempo que estabeleceram redes de contacto e colaboração com colegas de diferentes regiões de Moçambique.
Para o M-Pesa, o maior resultado desta edição vai além da classificação final. Reflete-se no crescimento dos participantes, na confiança adquirida, nas competências desenvolvidas e na demonstração clara de que existe uma geração preparada para pensar de forma inovadora e actuar sobre os desafios do país.
Através desta iniciativa, o M-Pesa reafirma o seu compromisso com a promoção da inclusão financeira, não apenas por meio da disponibilização de soluções digitais, mas também investindo na capacitação dos jovens e na criação de espaços onde a inovação possa transformar ideias em oportunidades concretas para as comunidades.
Com o encerramento da terceira edição do Finckathon, ficam as soluções apresentadas, os talentos revelados e a convicção de que o futuro da inclusão financeira em Moçambique já está a ser construído por esta nova geração de inovadores.